Hoje assistir Speed Racer (Speed Racer, 2008) e confesso que me surpreendi.
Quando assisti ao trailler no cinema, eu não esperava muita coisa do filme, principalmente por não ser muito fiel ao anime. Porém convenhamos, não acontece nada no anime a não ser corrida. Duas horas de carros correndo, eu poderia assistir a algum GP de Fórmula 1 ou às 500 Milhas de Indianápolis. Speed Racer é um show de efeitos especiais e de adrenalina, onde uma espécie de Corrida da Morte misturado com Corrida Maluca acontece. Já vou logo avisando que o filme não é indicado àqueles que sofrem de epilepsia fotossensitiva, por que o filme é uma explosão de cores e luzes, fogos e flashes a todo momento, chegando a ficar complicado algumas vezes, distinguir o que está realmente acontecendo na cena.
O filme conta a história de Speed, um garoto desde sempre apaixonado por automobilismo, que sempre viu em seu irmão, o piloto Rex (Scott Porter), um grande herói. Porém em um trágico acidente automobilístico, Rex morre e tem seu nome jogado na lama, acusado de trapacear. Speed como era de se esperar, segue os passos do irmão, apoiado pelo pai (John Goodman), um grande construtor de carros de corrida, pela mãe (Susan Sarandon) e pela namorada Trixie (Christina Ricci). Conclamado como um novo grande piloto, Speed agora é cobiçado pelo inescrupuloso Royalton (Roger Allan), magnata do ramo de corridas. Mas ao negar a oferta de contrato, passa a ser caçado pelo cartel que manipula os resultados de corrida. Speed passa a ser ajudado então por Racer X (Mathew Fox), um misterioso corredor mascarado, tentando juntos acabar com a corrupção das corridas.
Speed Racer consegue sucesso no que se propõe a mostrar e a fazer, é um filme divertido e que mesmo tratando repetidamente do mesmo tema (corridas) não fica chato em nenhum momento. Com efeitos que faz você se sentir o tempo todo dentro de um desenho animado.
E a Petrobrás está lá, mesmo que por alguns segundos e quase imperceptível, mas está no Grand Prix!
Poster
Mach 5 em ação
Speed, Racer X e Taejo
Emile Hirsch como Speed Racer
Emile Hirsch como Speed e Christina Ricci como Trixie
Hora de Voltar (Garden State, 2004) é o primeiro filme escrito e dirigido por Zach Braff.
O filme conta a historia da Andrew Largeman (Zach Braff), um cara de 26 anos que vive numa vida entorpecida pelo Litio. Até que a morte de sua mãe, o faz retornar para a sua cidade natal, e tirar umas “férias” dos remédios. Largeman é um semi-famoso ator de televisão que não voltava a Garden State há 9 anos.
Atordoado de estar na sua cidade natal depois de tanto tempo. Largeman encontra seus velhos amigos em todos os lugares, trabalhando como coveiros, Cavaleiros de Fast-Food, e milionários. Enquanto isso ele faz de tudo pra evitar o confronto com seu pai.
Por uma trama do destino, Largeman conhece Sam (Natalie Portman), uma garota que é tudo que ele não é. Uma explosão de cores, esperanças, e tiques. Seu calor e temeridade, dão a Largeman a coragem de abrir seu coração para a alegria e a dor do abismo infinito que é a vida.
Composto por uma das melhores trilhas sonoras já vistas, Hora de Voltar nos faz ver que a vida machuca, mas é tudo que temos.
Capa do DVD
Natalie Portman como Samantha e Zach Braff como Andrew Largeman
Antes de mais nada, quando eu estava ainda procurando um título para esse Blog. Lugar Nenhum foi uma das idéias que tive, justamente devido a esse livro.
Lugar Nenhum (Neverwhere) foi o primeiro romance escrito por Neil Gaiman (famoso autor das histórias em quadrinhos de Sandman), porém só foi publicado no Brasil recentemente, pela editora Conrad, responsável pela maioria dos livros do autor no país.
O livro é uma espécie de conto de fadas moderno, ou fantasia punk, no qual Richard Mayhew, um escocês que vive em Londres, leva uma vida normal, até se encontrar acidentalmente com Door, uma garota ferida misteriosa, no meio da rua. Ao ajudá-la, Richard parece se tornar invisível para todo mundo, ou simplesmente as pessoas não reparam mais nele, e o esquecem facilmente. Levado então à chamada Londres-de-Baixo, uma outra Londres que existe no emaranhado de túneis e esgotos do subterrâneo da cidade. Lá Richard vai se deparar com um mundo completamente novo, cheio de marqueses, monges, assassinos, anjos, e todo o tipo de criatura fantástica que possamos imaginar.
Enquanto Richard procura um modo de ter sua vida de volta, Door precisa de ajuda para descobrir quem matou sua família, e por qual motivo. Levando ambos a se aventurarem junto de outros amigos (ou não) por esse sombrio mundo.
Lugar Nenhum é um daqueles livros deixam os personagens grudados na mente por muito tempo, daqueles livros que te deixa com saudade depois de virar a última página e que te fazem imaginar locais fantásticos que gostaria de visitar. Te deixa preso até a última linha, sem saber exatamente o que acontecerá com nossos heróis. Leitura indispensável para amantes de aventuras.
Procurado (Wanted, 2008) é uma adaptação da história em quadrinhos de Mark Millar. Conta a história de Wesley Gibson (James McAvoy), um cara fracassado que um dia conhece Fox (Angelina Jolie) e descobre que o falecido pai era membro de uma sociedade secreta de assassinos. Ao se juntar à Fraternidade, Gibson acaba descobrindo que possui habilidades especiais e é treinado por Fox e o líder da Fraternidade, Sloan (Morgan Freeman). Gibson então procurará vingança nesse perigoso mundo de assassinos especiais.
Pelo trailler, Procurado parece ser um daqueles filmes de ação frenéticos do começo ao fim. Angelina Jolie parece usar e abusar de sensualidade, e Morgan Freeman novamente atua como um excelente coadjuvante.
A previsão de lançamento nos EUA é para o dia 27 de Junho, e dia 11 de Julho no Brasil.
Uma Lição de Amor (I Am Sam, 2001) fala de Sam Dawson (Sean Penn), um pai deficiente mental que cuida de sua filha Lucy (Dakota Fanning) com a ajuda de seus amigos excepcionais, até que a garota completa 8 anos de idade e ultrapassa o pai intelectualmente. Nisso tentam tirá-la dele e entregá-la a uma família adotiva, fazendo-o lutar com todas as forças pelo direito de viver junto de sua filha, com a ajuda de Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma advogada que aos poucos vai aprendendo o valor do verdadeiro amor. Tudo isso regado com uma trilha sonora quase integralmente composta por The Beatles.
Há um momento fantástico no filme, quando o promotor pergunta pra Lucy (in the Sky With Diamons) se ela acha que o pai pode dar a ela tudo que ela precisa, e ela responde: “All you need is love…“.
Uma Lição de Amor é um filme sensacional, que fala do amor puro e da capacidade de pessoas especiais, de como elas podem ter uma vida normal apesar de suas dificuldades.
O último livro de Stephen King que li foi Celular. Atualmente estou lendo A Dança da Morte, que pretendo lançar um artigo aqui depois.
Celular fala sobre o que faltava falar nas histórias de Stephen King. Depois de nos presentear com aliens, fantasmas, carros assassinos, iogurtes assassinos, palhaços macabros e tudo quanto há, faltava a King um livro falando sobre uma das figuras preferidas das histórias de horror. Zumbis.
O livro narra a história de Clay Riddell, um quadrinista frustrado que conseguiu tirar a sorte grande e teve seu último projeto comprado por um grande editor. Acontece que nesse mesmo dia o apocalipse se instala na Terra. As pessoas começam a se atacar selvagemente pelas ruas e a destruir tudo. A Riddell só resta fugir, e junto de outros sobreviventes, ir atrás de sua família enfrentando a horda de zumbis (ou fonóides, como são chamados pelos personagens) pelo caminho devastado.
Stephen King trata os zumbis em Celular de uma maneira inovadora, que pode talvez desagradar aos amantes mais tradicionalistas. No entanto, apesar da falta de explicações típicas de King, e do final que deixa o leitor com cara de “E aí? Afinal o que aconteceu?“, típicos também das histórias do autor, Celular consegue prender a atenção e o fôlego do leitor a cada página, na expectativa de que o protagonista possa enfim encontrar sua família, viva de preferência.
Hoje assisti Reis da Rua (Street Kings, 2008) e achei o filme bem fraco. Sinceramente não esperava muita coisa dele mesmo quando vi o trailler, mas pela falta de opção dos filmes em cartaz, resolvi assistir.
Reis da Rua conta a história de um policial linha dura e que se mostra muito ingênuo desde o início do filme. Não é preciso muito tempo para perceber quem está por trás de toda a trama.
Tom Ludlow (Keanu Reeves) após entrar em uma divisão especial da Polícia de Los Angeles, começa a agir como um justiceiro, matando bandidos e forjando a cena do crime para parecer legítima defesa. A coisa começa a ficar preocupante quando seu superior, o capitão Jack Wander (Forest Whitaker), lhe diz que seu ex-parceiro, Terrence Washington (Terry Crews), está relatando suas atividades brutais. No entanto, Washington é assassinado. O que leva Ludlow a uma busca frenética a seus algozes, onde não medirá esforços para se vingar. Enquanto isso, o capitão James Biggs (Hugh Laurie) está no seu encalço para desmascarar qualquer atividade ilícita de Ludlow.
O filme por si só é medíocre, apesar de um elenco respeitável. A participação de Hugh Laurie (da série House M.D.) é simbólica. É mais um filme que fala de corrupção de policiais e violência nas grandes cidades.
Bem, acho que devo antes de mais nada me apresentar.
Meu nome é Luis Gustavo, sou estudante de Biologia na Universidade Estadual de Goiás. Gosto muito de cinema, ler e de ouvir música, mas não sou nenhum expert no assunto.
O Caféicultura foi criado somente para expressar minhas opiniões acerca dos filmes, bandas ou livros que eu entro em contato, dando dicas sobre o que eu acho que valha a pena ver, ler e ouvir.
Por favor, não levem muito a sério minhas opiniões.