Li por quase todo o primeiro semestre de 2008 o livro A Dança da Morte (The Stand) do Stephen King e suas quase mil páginas. No início o livro parece tratar de um fim do mundo causado por um acidente numa base militar americana, liberando uma versão super forte do vírus da gripe. No decorrer do livro o leitor percebe que na realidade, o apocalipse causado pelo vírus é somente um cenário de abertura para a verdadeira trama, que é a luta do bem contra o mal em uma sociedade arrasada e com valores modernos em xeque.
De um lado está Mãe Abagail, com seus 108 anos e vivendo sozinha no meio de um milharal. Do outro lado está Randall Flagg, o Homem-Escuro, uma criatura mística que possui poderes sobrenaturais.
Através dos sonhos, os sobreviventes desse holocausto vão sendo arrebanhados por um dos lados, e sendo levados a se reunir cada um em um canto dos Estados Unidos.
Com o passar do tempo fica nítido a divisão da população entre Bons e Maus. O livro então se enrola e desenrola em tramas e maquinações na tentativa de reerguer a sociedade de uma maneira melhor do que era antes, mas os mesmos erros continuam a ser executados, e traições continuam acontecendo, até culminar em um combate final entre os dois lados.
O livro foi lançado inicialmente na década de 70 com cerca de 400 páginas, pois o autor precisava cortar gastos na publicação, então editou e cortou 500 páginas do livro. Na versão que li, lançada no início da década de 90 a história está na íntegra, mas fica aquela impressão de que a versão editada seria mais direta e menos enrolada. Enfim, um livro que não se destaca nem por inovação nem por suspense ou qualquer outro sentimento que devesse provocar, a não ser o tédio.
Mas também tem q levar em consideração que foi escrito em 70, como você mesmo disse… E Stephen King inspirou muitos artístitas posteriormente… Vai ver q lendo agora não tem nem inovação nem suspense, mas na época em q foi lançado estes poderiam ser fatores presentes…. ^^