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Poster Como sempre a Dreamworks se sobressaindo nas produções de animação, Kung Fu Panda é uma animação fantástica desde que aparece na tela o emblema da DreamWorks até quando termina os créditos. Infelizmente eu não tive o prazer de assistir a versão original com a dublagem de um elenco igualmente fantástico, pois aqui em Goiânia os cinemas acham que por se tratar de uma animação, só trazer cópias dubladas é o suficiente.

Po é um panda que vive numa pequena vila no Vale da Paz e tem como heróis os grandes mestres de Kung Fu que vivem no alto da colina, conhecidos como os Cinco Furiosos, Tigresa, Macaco, Louva-a-Deus, Serpente e Garça. Ironicamente Po é nomeado como o escolhido e deve treinar e se tornar o maior lutador de todos os tempos para enfrentar os perigos que se aproximam.

O filme tem uma bela animação e cenários, personagens bastante marcantes e cativantes e ainda é bastante engraçado.

Fotos:

Trailler:

WALL-E (WALL-E, 2008)

PosterSinceramente eu esperava mais do filme que fez tanto alvoroço no pré-lançamento. WALL-E é um filme que tenta focar nos problemas que estamos causando ao planeta e consequentemente a nós mesmos. Deixado junto com outros de seu modelo para despoluir a Terra de todo o lixo gerado, WALL-E é o último que resta e ainda faz seu trabalho diariamente, 700 anos após o homem ter abandonado a Terra para viver em colônias espaciais financiadas por uma super Multinacional. Onde com o decorrer do tempo, os humanos foram tornando-se cada vez mais alienados. É enviado então uma sonda para verificar se a condição do planeta voltou a ser habitável, e nisso nosso robô lixeiro começa a se envolver emocionalmente (se isso for possível) iniciando assim a aventura de sua vida (útil).

O filme fica entre um meio termo entre filme para criança e filme para adulto, deixando então a desejar nas piadinhas e deixando também a desejar no propósito de alertar a população do caminho que estamos seguindo com a produção de lixo e todo o mal cuidado com a natureza, por se tratar apenas de uma animação bonitinha, os adultos acabam não prestando atenção na mensagem. Mensagem essa que a própria Disney/Pixar não segue, pois seguindo o lançamento do filme, uma série de brinquedos, álbuns de figurinha, e tudo quanto é buginganga foi criado como merchandising.

Pra quem esperava uma das maiores animações de todos os tempos, podem se encantar com os gráficos, que na conjuntura atual têm obrigação de serem perfeitos, e talvez com os créditos finais, que em mim conseguiram chamar mais atenção do que o próprio filme.

Fotos:

Veja o trailler:

Fim das férias

Bem, vou usar como desculpa que eu estava de férias e por isso não posto há mais de um mês. Então voltando agora, continuarei de onde parei, o que significa que na fila tem uns 5 filmes e pelo menos 3 livros para serem revisados. Então mãos a obra…

Li por quase todo o primeiro semestre de 2008 o livro A Dança da Morte (The Stand) do Stephen King e suas quase mil páginas. No início o livro parece tratar de um fim do mundo causado por um acidente numa base militar americana, liberando uma versão super forte do vírus da gripe. No decorrer do livro o leitor percebe que na realidade, o apocalipse causado pelo vírus é somente um cenário de abertura para a verdadeira trama, que é a luta do bem contra o mal em uma sociedade arrasada e com valores modernos em xeque.
De um lado está Mãe Abagail, com seus 108 anos e vivendo sozinha no meio de um milharal. Do outro lado está Randall Flagg, o Homem-Escuro, uma criatura mística que possui poderes sobrenaturais.
Através dos sonhos, os sobreviventes desse holocausto vão sendo arrebanhados por um dos lados, e sendo levados a se reunir cada um em um canto dos Estados Unidos.
Com o passar do tempo fica nítido a divisão da população entre Bons e Maus. O livro então se enrola e desenrola em tramas e maquinações na tentativa de reerguer a sociedade de uma maneira melhor do que era antes, mas os mesmos erros continuam a ser executados, e traições continuam acontecendo, até culminar em um combate final entre os dois lados.

O livro foi lançado inicialmente na década de 70 com cerca de 400 páginas, pois o autor precisava cortar gastos na publicação, então editou e cortou 500 páginas do livro. Na versão que li, lançada no início da década de 90 a história está na íntegra, mas fica aquela impressão de que a versão editada seria mais direta e menos enrolada. Enfim, um livro que não se destaca nem por inovação nem por suspense ou qualquer outro sentimento que devesse provocar, a não ser o tédio.

PosterDefinitivamente uma adaptação muito melhor do que aquela de 2003. Nessa versão o Hulk ficou realmente um monstro musculoso, e não uma massa verde roliça como tinha ficado o anterior. A própria história desse filme é melhor, abrangendo vilões tradicionais do Hulk como o Abominável.

A fase Hulk no Rio de Janeiro ficou até melhor do que eu imaginava, apesar que eu acho furada colocar um cara que não pode se estressar para viver na Rocinha. Outra furada foi colocar o exército americano subindo o morro sem levar tiro de fuzil de traficante. Mas foi divertido ver Edward Norton ensaiando uns “Obrrigadow” no filme.

Porém, achei que não foi uma boa escolha Liv Tyler como Betty Ross, nesse aspecto o filme perde para o primeiro, que escolheu Jenniffer Connely, uma escolha muito mais interessante. Tim Roth como Emil Blonsky também não me convenceu muito, principalmente que o cara era pra ser um combatente, e quando a gente vê o cara sem camisa, vem a pergunta: “Cadê os músculos? O comandante dele não o coloca pra fazer uns abdominais na chuva de vez em quando?”. Tudo bem que o cara já tem seus 39 anos, mas esperava o corpo de um soldado de 39 anos, não de um policial. Outra mancada na minha opinião foi Ty Burrell de Dr. Samson. O cara era pra ser um psicólogo galã que depois ganha força semelhante ao do Hulk em troca de um cabelo verde (não é spoiler do filme, é história da HQ) e colocam um ator com a maior cara de pastel.

Bem, tirando essas mancadas de elenco, o filme teve suas doses de drama e doses de ação bem equilibradas, uma computação gráfica convincente e uma história dentro dos padrões da HQ.

E claro, não podia esquecer que está presente no filme o diálogo favorito de nosso grandalhão verde. “Hulk esmaga!”

Fotos:

Trailler:

PosterAssisti ontem o novo filme do M. Night Shyamalan e confesso que esperava mais. Quando eu achava que o filme estava começando, ele termina. Na verdade, a história realmente estava só começando, mas o filme acaba e deixa a mensagem em aberto.

Quando o filme começava, e estava nos créditos iniciais, ironicamente me lembrou de um filme que eu não assisti. Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth, 2006) do Al Gore. Então me remeteu logo à mente uma idéia: Desastre natural.

O filme fala sobre possíveis ataques terroristas a cidades costeiras dos Estados Unidos. Elliot Moore (Mark Wahlberg) é um professor de ciências naturais na Filadélfia que ao descobrir o que está acontecendo, decide ir com seu amigo Julian (John Leguizamo) e sua esposa Alma (Zooey Deschanel) para a casa da mãe de Julian. No caminho eles descobrem que os efeitos do ataque são de 3 níveis.

1) Perda de fala
2) Perda de percepção
3) Fatal

No caminho, o trem que leva os protagonistas pára devido à falta de comunicação com o resto do mundo, e eles ficam presos no meio do nada. Elliot então passa a liderar um pequeno grupo de refugiados e passa a levantar hipóteses sobre o que está levando às pessoas a sofrerem esses ataques.

Mark Wahlberg na minha opinião não conseguiu convencer no papel de bom moço, ficando o tempo todo com aquela sensação de “bondade artificial”. E o próprio Shyamalan, que sempre faz pontas em seus filmes, chegando ao ponto de ser quase um protagonista em A Dama do Lago (Lady in the Water, 2006), faz uma ponta ridiculamente insignificante no filme, que só é possível saber que ele faz devido aos créditos.

No final O Fim dos Tempos não chega a ser um filme ruim, mas minha expectativa era bem maior em relação ao filme, principalmente por ter lido vários livros que tratam do tema “Extinção em massa” ultimamente.

Talvez seja melhor esperar sair em DVD e alugá-lo ao invés de ir ao cinema, pois o máximo que se pode aproveitar do som e imagens melhores, é o fato do filme depositar seu suspense em cenas de susto com estrondos repentinos.

Imagens:

Veja o trailler:

Sem tempo!

Bem, sei que essa coisa aqui anda bem parada. Acontece que final de semestre me pega pelos tornozelos e me gira para todos os lados. Não ando com tempo para nada, e os cinemas não andam cooperando também com filmes decentes. Eu to demorando cerca de 3 meses pra ler um livro (tá que tem 960 páginas, mas já devia ter terminado), então está tudo muito atrasado.

Essa semana Hulk entra em cartaz e é certeza que verei. Semana passada assisti Nárnia, mas como não vi o primeiro filme, não tinha base para fazer uma crítica descente aqui.

De duas uma, ou quando as férias chegarem eu boto isso aqui a todo vapor, ou eu derreto de preguiça e fecho de vez a cafeteria.

Torçamos pelo primeiro!

Um cara que parece que está mesmo deslanchando na carreira é o Shia LaBeouf. Depois de estrelar em Transformes (Transformers, 2007) e em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull, 2008), o cara volta a aparecer na telona em 2008 com Controle Absoluto (Eagle Eye, 2008).

Jerry (Shia LaBeouf), um cara que após ter seu irmão gêmeo morto misteriosamente, é confundido junto com Rachel (Michelle Monaghan), uma mãe solteira que têm o filho desaparecido, com terroristas. Ambos então são forçados a seguir as ordens de uma garota em uma chamada telefônica que sabe absolutamente tudo que se passa com os dois, levando-os então a cometer um crime político.

O trailler do filme passou pela primeira vez em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (que trabalho escrever esse nome gigantesco toda vez). Parece ser um filme interessante e sem dúvida mais um passo na carreira de Shia que anda de vento em popa.

O filme sai dia 26 de Setembro lá nos EUA, por aqui não tem previsão ainda.

Veja o trailler:

PosterBem, semana passada eu não fui ao cinema, portanto isso aqui ficou meio paradão. Essa semana no entanto eu fui assistir o novo filme do Indiana Jones.

Bem, o filme nos dá tudo que temos direito ao vermos um filme da série. Muita ação, coisas impossíveis acontecendo o tempo inteiro, e é claro, o mocinho vencendo no final. Apesar de pecar ao introduzir uma temática que na minha opinião não cabe num filme da série, com toda aquela coisa de paranormalidade e alienígenas (me lembrou Stephen King e suas misturas bizarras).

O filme mostra um Henry Jones (Harrison Ford) mais velho, e isso fica explícito no filme. Não tentaram mascarar a barriguinha avantajada de Harrison Ford, nem mesmo seus cabelos brancos, deixando-o inclusive menos ágil do que costumava ser. Além de reviver personagens como a Marion (Karen Allen) de Caçadores da Arca Perdida. Destaque também para Cate Blanchett no papel de Irina Spalko e Shia LaBeouf como Mutt Williams.

O filme no final cumpre o que propõe, e nos faz sair do cinema com nossa sede por aventuras saciada.

Veja o trailler:

Bananada 2008

Um dos mais tradicionais festivais de bandas independentes de Goiânia ocorre em sua décima edição no próximo final de semana, nos dias 23, 24 e 25 de Maio no Centro Cultural Martim Cererê.
Contando com 42 bandas, sendo 21 de Goiás e 21 do resto do Brasil, que dividirão 2 palcos em 3 dias de puro rock independente, o Bananada é considerado um dos mais importantes festivais independentes do Brasil.
Das atrações já consagradas podemos citar o MQN com seu Badass Rock n’ Roll, Violins que já está mais que consagrado na cena nacional, Necropsy Room com seu trash-death-metal de peso e qualidade, Mechanics com seu rock feroz, Inbleeding com seu Groove Metal, além de um ícone do metal local que volta a tocar após 10 anos de inatividade, a banda Mandatory Suicide.
Já das bandas que estão prontas para decolar temos Goldfish Memories e Bang Bang Babies com um rock n’ roll de primeira, a banda de um homem só do Lendário Chucrobillyman, a ousadia Glam do Johnny Suxxx & The Fuckin’ Boys e ainda a garota revelação do momento, Mallu Magalhães.
O Evento conta ainda com a participação da Banda da Eline, um ícone do underground goiano que reuniu em um palco só integrantes do Rollin’ Chamas, Black Drawing Chalks, Motherfish, Valentina e Trissônicos, além é claro da própria Eline, da finada Hang the Superstars.

Além ainda de um ambiente externo com bar, aquele local para conversar e descansar embaixo de uma árvore, praça de alimentação e ainda uma feirinha de vendas de CDs, camisetas, LPs, acessórios e tudo mais do mundo do rock.

Diversos estilos para diversos gostos num ambiente que transpira Rock n’ Roll há dez anos.

O preço é de R$15,00 (meia) por dia e de R$35,00 (meia) para os 3 dias.

Confira a programação oficial do Bananada 2008.

Sexta-Feira (23/05)
01h30 Mandatory Suicide (GO)
01h00 Johnny Suxxx & The Fuckin’ Boys (GO)
00h30 Mechanics (GO)
00h00 Are You God? (SP)
23h30 Sapobanjo (SP)
23h00 Identidade (RS)
22h30 Curumim (SP)
22h00 Inbleeding (GO)
21h30 Jonas Sá (RJ)
21h00 Fim do Silêncio (SP)
20h30 Goldfish Memories (GO)
20h00 The Melt (MT)
19h40 Mugo (GO)
19h20 Bad Lucky Charmers (GO)

Sábado (24/05)
01h30 Violins (GO)
01h00 Diego de Moraes e o Sindicato (GO)
00h30 Motherfish (GO)
00h00 Do Amor (RJ)
23h30 Mallu Magalhães (SP)
23h00 Cérebro Eletrônico (SP)
22h30 Sweet Fanny Adams (PE)
22h00 Black Drawing Chalks (GO)
21h30 Chimpanzé Club Trio (SP)
21h00 Bang Bang Babies (GO)
20h30 Abesta (SC)
20h00 Filhos de Empregada (PA)
19h40 Abluesados (GO)
19h20 Gloom (GO)

Domingo (25/05)
00h30 A banda da Eline (GO)
00h00 Necropsy Room (GO)
23h30 MQN (GO)
23h00 m.takara 3 (SP)
22h30 O Lendário Chucrobillyman (PR)
22h00 A Grande Trepada (RJ)
21h30 Amp (PE)
21h00 Shakemakers (GO)
20h30 Bad Folks (PR)
20h00 Orquestra Abstrata / Seven (GO)
19h30 Big Nitrons (Santos – SP)
19h00 FireFriend (DF / SP)
18h40 The Backbiters (GO)
18h20 Sweet Racers (GO)

Mais informações no site do Bananada 2008

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